EASY MUNDI - Atitudes Humanistas

 

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RELACIONAMENTOS
 


As relações entre as pessoas são simbolicamente os movimentos numa grande praça. Dela saem e a ela chegam muitas ruas com 2 sentidos de transito cada uma.
 
É como nos relacionarmos, nós temos que nos referenciar para ficarmos seguros e tranqüilos “no centro desse grande espaço”. É dele que partem e chegam todos os movimentos.

 

Aproveitando, então, essa simbologia, nós precisamos construir muitas bases nesse nosso destino meio aleatório. Temos que marcar nossas “faixas de travessia” sem invadir aquelas que servem aos “veículos”. Temos que escolher as direções do “trafego”. Lá estão as “placas de sinalização”. Devemos interligar passagens e sincronizar “sinais”. Os pedestres não podem ser atropelados. Os nossos carros não podem bater nos caminhões. Uma certa disciplina tem que rolar nessa grande praça dos relacionamentos.
 
Sem o mínimo de disciplina, não se constrói uma relação.

 

Viver a vida é exatamente como controlar o equilíbrio do trafego nessa grande praça. Você não pode simplesmente esperar que aconteça. Você tem que fazer acontecer.
 
Viver é construir referências com colegas de escola, no clube, no grupo, nas famílias, no trabalho e interligá-los. Tudo nesses acontecimentos tem que nos dizer algo. Não podemos permitir tanto que se instalem entre nós e outras pessoas, os movimentos indisciplinados que não obedecem às “regras de transito”.
 
Se nos interligarmos devemos permitir que nos interliguem. Os nossos valores centrais não devem ser abandonados voluvelmente.

 

Com isso, nos mantemos sustentado a nossa base. Não podemos, por exemplo, permitir em nome de uma possível integração que colegas (amigos ou não) façam apologia às drogas ou à depressão. É preferível a ação.
 
Nada de sintéticos ou álcool. Se for no trânsito essa situação pode provocar a nossa morte e a de terceiros. Se você dirige com drogas já esta se auto destruindo.

 

Essas situações de descontrole vão originar acontecimentos que vão causar mais dor ou sentimento de perda.
 
Nos relacionamentos existem os veículos. Eles também precisam de “brake”. Se você não tiver freio para dirigir com limitações, perde o controle de sua vida. Aí, quem vai dirigir pra você são os outros. E você acaba pagando um preço muito alto pelo descontrole.

 

Os acontecimentos que nos acompanham no dia a dia, tanto poderão estabelecer harmonias como iniciar ou manter desarmonias. Se as desarmonias prevalecerem e você não conseguir reverter o quadro, o melhor é cancelar esse relacionamento.
 
Nas harmonias você se mantém como se estive administrando música. As coisas acabam dando certo por que existe um bom peso de influencias boas lhe encontrando. E você sabendo reconhecê-las.

Com relação aos absurdos, você não vai embarcar neles, só pelo fato de que todas as pessoas fazem desse jeito. Todos nós sabemos que as personalidades não são iguais. Os valores familiares também não são.
Ou seja, o mundo está exposto diferentemente para todos. As relações são desse jeito. Você nunca fica devendo nada a ninguém por ser diferente. Antes pelo contrario, é muito mais normal ser diferente.

 

Nas boas relações eu tenho que estar preparado para deixar as pessoas felizes. É obrigatório que eu lhes leve bom humor. Não é exatamente fazer o que as pessoas querem. Fazer bem nas relações, muitas vezes, é proceder exatamente como as pessoas não querem. Os meus valores têm que demonstrar ser mais universais.
 
A maior parte das vezes quem me guia são os meus conceitos morais e éticos, mesmo que o mundo esteja desabando lá fora. Quem me guia é o meu civismo. Ele é construído a duras penas, junto com pessoas decentes que me envolvem.

 

Se eu tenho uma família coesa serei mais convicto e “poderoso”. Relacionar-me é ser firme nas minhas convicções. Devo fazer bem às pessoas nos meus relacionamentos; mas não devo arruinar as minhas convicções. Devo fazer com elas o que desejaria para mim. Nunca preciso vender minha alma a uma energia ruim.
 
Devemos perceber o seguinte: nos relacionamentos não vai importar tanto se somos velhos, adolescente, negros, mulheres, homens ou outras vias. Não dependemos de detalhes físicos personais. O que nós precisamos é aprender a construir elos de energia.

Teremos que fazer relacionamentos como se estivéssemos levantando as pedras dos nossos edifícios. Ninguém constrói uma parede de uma só vez. Se ela for pré-fabricada também necessita de reajustes, acabamentos.
 
Para construir relações é fundamental a paciência, a perseverança. É uma grande capacidade de negociação. Sem a habilidade na negociação não existem relações.
 
Cada um de nós é um universo distinto. Cada um de nós reage de maneira diferente aos mesmos estímulos externos. Os desafios são encarados de maneira diferente por cada um de nós.

 

Relacionar-se é administrar somas e divergências!
 
Se não fosse assim tudo seria monótono. Mas para quebrar a monotonia é necessário assumir algum risco. Basta que cada qual assuma e valorize as suas diferenças.
 
Por vezes os fatores mais complicativos vêm de grupos que se homogeinizam demais. Grupo demasiado homogêneo se desloca muito mais rápido para as drogas, ou para os modismos filosoficamente vazios. Esses grupos sem questionamentos saudáveis podem levar as pessoas, para a bebedeira, para a euforia no transito...

 

Tantas vezes pessoas de índole boa não se integram a quadrilhas. Ou vão praticar crimes que contradizem a sua formação familiar.             
 
Para você se relacionar bem não significa que tenha que absorver os valores danificados de outrem. É necessário um discernimento dinâmico. Comparar os valores dos outros. Nos auto-construir. Temos que observar que os relacionamentos de qualidade são muito limitados. Logo, nós temos que investir nos melhores. Você não pode ser uma ilha isolada, mas também não pode ser uma porteira aberta.
 
Por isso existe, um pressuposto muito importante para você construir relações com outras pessoas. Você precisa ser uma criatura humana muito feliz e bem humorada. A felicidade humana é algo intrínseco a um bom relacionamento.
 
É mais ou menos assim: se você esta alegre e feliz, está automaticamente vacinado! Você precisa investir muito menos no estado de euforia. Ele já é  ao natural sem uso de quaisquer drogas.

 

Um corpo que carrega alegria ele é aceito em bom convívio. Não precisa aceitação artificial. Se você está feliz nunca vai aceitar fazer parte de uma quadrilha. É absolutamente impossível que você se deixe envolver com drogas.
 
Quando você trabalha para estar naturalmente feliz, as pessoas mais felizes vêm para junto de você. Com essa disponibilidade, você permite energias. Atrai para o seu entorno energias em espiral boa. Essa atitude lhe permite juntar os diferentes. Ou aqueles que são felizes com as suas diferenças.

 

Temos que aprender a construir e a usar o humor. Com quebra de tensões você acaba induzindo a uma terapia psicológica. Ciclicamente a sua própria parte emocional melhora.
 
Esse tipo de ciclo-terapia nos relacionamentos vai espalhando um novo astral. Você acaba ficando mais paciente com os erros dos outros. Terapia é poder liberar energias para poder transitar.
 
A terapia natural, que vem pelo humor, reconstrói as paredes erradas. Nós precisamos sempre estar reconstruindo certos tijolos que não se encaixam bem na estrutura. A ciclo-terapia natural leva você a reformular sempre a sua paixão pela vida.
 
Com isso, você fica “vacinado” e fica mais propenso a enfrentar epidemias. Elas sempre se espalham á volta sem aviso prévio. As “vacinas” me dão mais resistência e evitam o contágio. Fica muito mais forte. Ou seja, sempre ficará mais disponível para as ações e para menos preocupações.

 

Então, se eu estou vacinado, com bom humor e estruturalmente feliz, posso provocar nas minhas relações um contágio: o “retrovirus” do bem estar. Desse modo, se eu fiz bem às pessoas elas sempre vão ficar mais felizes na minha companhia.
  
Daí os meus relacionamentos acabam sendo as grandes oportunidades de eu “publicar” facetas novas e hábitos novos, de modo a que os meus sentimentos sempre sejam contagiantes.

 

Todos os meus valores têm que ser dinâmicos sem ser “anárquicos”. Eles devem induzir a sensibilidade de rebeldia renovável. Mas sem se afastarem das filosofias universalistas. Eu posso, sim ser panfletário, para não ser submisso aos grilhões-intelectuais que colocam em minha cabeça. E a minha maior obrigação é com as vitimas, não é com os deveres à estratificação.
 
Você precisa de muita coragem para falar conceitos novos. Mas muito mais corajoso você  precisa ser, para evitar preconceitos ou estereótipos.
 


Para isso é necessário saber ouvir ou ler aquilo que os outros pensam. É ouvindo ou lendo que se pode entender o mundo que fica lá fora. Não é a toa que nós nascemos com dois ouvidos, dois olhos e apenas uma boca.
 
Você precisa ouvir muito para aumentar a capacidade de ver legível. Ou apurar melhor os seus próprios conceitos. Ouça ou leia para espalhar melhor as suas novas notícias. Não se iluda; o poder para construir um projeto mental de inter-relacionamento vem da abrangência com que se ouve e lê.

 

Somente assim você observa que existem riscos mais clarificados. Recue lentamente de um eventual relacionamento que não vá dar certo. Você já sente. Se afaste. O que você ouvir vai lhe fornecer a chance a um balizamento de valores. Vai lhe possibilitar a oportunidade comparativa. A nossa vida se constrói desse jeito. Evite rebeldias. Não lute contra a maré. As rebeldias, não amadurecidas em relacionamentos, custam muito caro. Muitas vezes se tornam irreversíveis. Aguarde a sua rebeldia para a revolução dos conceitos. Guarde a estruturação panfletária para uma nova direção para dos seres humanos. Leve a sua rebeldia para um caminho sem racismo, sem a discriminação pela inteligência. Seja rebelde e panfletário para incluir mais pessoas possíveis.

 

Ontem, você se defrontou, na mídia, com a notícia de que a “fome” é a dura realidade para 35 milhões. Os jornais estamparam  em cores um idoso pedindo esmola em Denver (thanks 25 ct help’s), escrito em um fundo de caixa de papelão. Esse resultado mostra que a 12% de todos americanos falta dinheiro para comer. E o “governo provisório” prefere falar em “baixa segurança alimentar”. Segurança alimentar! O Departamento de Agricultura tem uma definição muito interessante sobre fome: uma potencial conseqüência da falta alimentar que, uma vez prolongada, devido à involuntária falta de alimentos, resulte em desconforto, doença, fraqueza ou dor que vá além de uma costumeira sensação desconfortável. Isso ai quer dizer: fome:
 
Então, você sai do EUA e vai até ao BRASIL. A Confederação Nacional dos Bispos (D. Pagotto) diz: apenas o programa nacional contra a fome (bolsa familiar) vicia: levou à condenação, ao empanzinamento. Não à visão de inserção. Há pessoas que não querem mais trabalhar por que se contentam com o mínimo. Não há uma visão de crescimento, de desenvolvimento. A fome e a miséria passam a ser um bom negócio político.

 

Pois é, a nossa rebeldia panfletária tem que potencializar consciências em causas reais. Essa consciência vai alongar as possibilidades para que um grande volume de pessoas pensem na mesma direção humanista.       
 
Esse dirigismo da energia nos leva a fugir dessa definição “romântica” da fome do Departamento de Agricultura Americano, grifo acima.

 

Assim de tudo aquilo que você ouviu ou teve a chance de ler, pode construir relações muito mais amplas e com mais sabedoria. Nós não podemos ser tão doces que possamos ser apenas receptivos de bobagens o tempo todo.
 
Desse modo, nós podemos acabar “os bananas” de um grupo ou de uma sociedade. Temos que trabalhar pacificamente para derrubar as fronteiras com muros dentro da cabeça dos homens.

 

Nós hoje já temos uma clara percepção de que os nossos relacionamentos não ficam tão perto. Eles se expandem pelas novas tecnologias. Logo, cada um de nós, não será mais uma unidade; e sim 1 milhão de consciências em movimento. Cada um de nós terá que valer 1 milhão!
 
Daí os relacionamentos que formos construindo tem que conter sabedoria. Ou uma expressiva indução à disciplina. Conter a visão panfletária de transformar. No mundo não dá mais para virar um Cristo ir de “jegue”.
 
O espaço será o das convicções e dos valores mais universalistas. 
 
Devemos reconhecer que nos relacionamentos existe uma grande parte do nosso potencial que vai poder se realizar. Mas o filtro sempre vai estar em nosso domínio. Esse filtro é chave nas nossas relações.
 
Se mantivermos um expressivo “self-service” crítico, vão “pintar” mais oportunidades de agregação de valores. Mais oportunidades de realização pessoal e profissional.

 

Nós poderemos chegar à conclusão que não importam tantos as nossas deficiências. Não conta tanto que eu seja estrábico, careca, tenha perdido uma perna, ou esteja definitivamente numa cadeira de rodas. As limitações ou as deficiências físicas que eu tenha, sempre são os menores limitadores. O que mais importa é a valorização que eu dou aos meus detalhes positivos mentais. A força mental, disciplinada, me leva ao infinito.
 
Eu posso não me locomover ou ter limitada a minha visão, mas existem detalhes valorizados na minha personalidade que “as pessoas mais belas” ou mais “saudáveis” nunca irão ter.

 

Se nós tivermos os nossos próprios valores e soubermos aproveitar as chances de os expressar a nossa Energia brilhará independentemente das limitações físicas.
 
Tantas vezes as limitações que sofremos são apenas “starts”.  Para uma maior afirmação dos nossos valores, basta dar a partida. Os nossos círculos energéticos poderão se destacar com a qualidade.
 
Tudo na vida se parece com a historia da lebre e do sapo (que pela manhã apostaram uma corrida); sendo que o sapo acabou ganhando! Ele acabou ganhando somente pela razão de ter valorizado as suas limitações. Por isso ele partiu mais cedo. Entretanto, a lebre aproveitou o seu “up grade” natural para dormir um pouco mais: “a corrida estava ganha”! “Ninguém ganha uma corrida de uma lebre”. Mas, apesar da superioridade, quando acordou, o sapo já tinha ultrapassado a linha de chegada.
 
Na vida as coisas nunca estão ganhas  antecipadamente! Nos relacionamento, tantas vezes, as nossas limitações viram os nossos melhores trunfos!
 
A maioria das pessoas sabe que as boas relações resultam muito mais da alegria e do bom humor. A beleza convencional, exterior, acaba ficando muito mais para impressionar os primeiros contatos. Depois, esse eventual “up grade” se consome! Vira pó!

 

A beleza convencional extrema é mais ou menos como ficar dormindo mais um pouco, confiante. É não trabalhar os laços. É não partir mais cedo. É ser uma lebre veloz.
 
Os bons relacionamentos, em expansão, exigem que se aprenda a administrar detalhes. Nos relacionamentos não dá para ficar de preguiça, confiante, permitindo que as melhores oportunidades da nossa vida passem sem darmos passos.  As chances não se repetem para que possamos aproveitá-las apenas quando desejamos.

 

É bom (fique claro) que nos nossos relacionamentos nós sempre seremos a parte mais difícil. Temos que aprender a entender as particularidades. As vontades dos outros, muitas vezes, são o nosso avesso.
 
Mas a visão crítica que nós temos de nós mesmos tem que caminhar junto. Também em autocrítica nós temos que dar uma chance à paz. Nós precisamos de chances para avaliar valores.
 

O processo se parece muito com a construção de um “puzle”. Você precisa aprender a negociar, sem abdicar de princípios universalistas.
 
Quase sempre o que é mais correto é mais simples. É como a constituição de um pais: é tão mais justa, quanto mais simples. Se for longa e com muitos artigos, normalmente o Estado e os “governos provisórios” tendem a enganar os cidadãos com ela!
 
Todas as verdades são simples. Complicou(?), já tem “mentira” pelo meio.

 

Então, criar relacionamentos de boa qualidade você necessita abrir mão de fofocas filosóficas ( as verdades complicadas!). Você precisa ser límpido e claro. Nas suas relações  com os outros  você tem que constituir uma marca humana respeitada. A sua marca tem que ter bastante valor agregado. Não dá para você mostrar uma coisa e vender outra. Ou que você vire um “político bandalha”.
 
O caminho da construção de bons relacionamentos é o eco das certezas que você próprio já plantou. Não existem fatos isolados ou razões fortuitas que mantenham laços por longo tempo. Cedo ou tarde as energias negativas acabam destruindo os laços. Somente as energias equilibradas têm chance de durabilidade.

Qualquer de nós tem que ser uma coisa boa que acontece na vida dos outros.  Quanto mais você se espalha, em equilíbrio, mais agrega valores externos à sua marca pessoal.

 

Mas nem tudo são flores no nosso tempo de viver a vida. Eu não posso fazer de conta que todo mundo vai me aceitar só porque resolvi ser “bonzinho”. Se “eu fosse malvadinho” poderia ser exatamente a mesma coisa. Portanto, quem estabelece as filosofias e as correspondentes ações, sabendo bem os resultados serei eu.
 
À medida que eu assumo ações baseadas em filosofias universalistas vão ocorrer no meu entorno os melhores materiais para quebrar a minha preguiça. Eu não devo criar à priori uma expectativa. Esses acontecimentos, no meu entorno, só precisam estar ligados e conectados a emoções e análise.

Se eu justificar as minhas ausências em função de expectativas não resolvidas, os nomes para isso podem ser: egoísmo, egocêntricas, inteligência emocional baixa, grau de dificuldade em exponencializar energia, e tantos outros. Nem tudo são vitórias no caminho de viver a vida em grupo.
 
Entretanto se eu sou a matriz da minha partida á a mim que vai caber a maior responsabilidade na direção. E maior responsabilidade na direção tem que ser para mim um estímulo, não uma dificuldade a mais.

 

Tenho que admitir, como princípio, que eu sempre vou ser a parte mais difícil nas minhas relações. Só conseguirei apurar melhor as minhas filosofias se eu admitir essa postura.
 
“Ser a parte mais difícil” é uma prévia. Eu tenho que trabalhar melhor as negociações para encontrar uma posição ganha-ganha. 
 
De nada adiantará investir em relações do tipo perde-ganha. Também não interessa invocar razões artificiais que justifiquem a não obtenção dos resultados. Nos relacionamentos em espiral positiva, não faz sentido o tipo derrotista: “os outros nunca correspondem”; “desse jeito eu desisto” ou “não agüento mais as incompreensões...”.

 
Ou seja, se eu estou construindo relacionamentos, perto ou à distância, devo partir do pressuposto que a matriz da inteligência-inter-relacional é minha. Logo, o ônus é meu. Caberá ao meu potencial de compreensão, versus administração energética, a avaliação das possibilidades. O projeto de relacionamento parte de mim, logo eu tenho que assumir o risco pleno. Somente eu terei a perder e ponto final. Os ganhos? serão de todos aqueles que se envolvem comigo.
 
Por essa perspectiva passam todas minhas dificuldades, e “à priori” eu avanço e me apuro. Logo, eu sou o “chefe” do projeto. Nunca posso me queixar dos resultados. Todos resultados sejam eles quais forem, são meus: eu os mereço! ou para o bem ou para o mal.
 
É caminhando ou agindo que eu me exponho. É assumindo que eu me reavalio. Desse modo, eu vou ganhando as condições de responder ao meu projeto de relacionamento. Ele não só não caí do céu, como não vai ter um monte de pessoas de braços abertos “votando em mim” . Os postulados da minha inteligência embutem um perfil de crise dinâmica.

 

Por todas mil razões, eu não posso, por puro impulso, desistir frente às minhas dificuldades de ser aceito ou reconhecido. Se as dificuldades forem muito grandes, os problemas poderão estar mais comigo do que com os outros. Logo, eu devo ter que ler mais e me instruir sobre o aprofundamento emocional e psíquico.
 
Entretanto, não posso me esquecer de que somente à minha pessoa cabe decidir fechar ou abrir oportunidades nos meus relacionamentos.

 

Nesse assunto, independentemente dos erros ou dos acertos, dos riscos ou dos aprendizados, a última palavra será a minha.
 
Com essa postura eu estarei constantemente me vacinando contra correntes levianas que circulam no meu entorno.

 

 

 

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