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VISÃO FINANCEIRA

 

As pessoas tem problemas financeiros específicos. E, para cada problema, haverá sempre uma resposta diferente.


Entretanto, nós podemos adquirir uma visão muito mais generalista, que pode ajudar a construir uma nova cultura de soluções e com isso beneficie um maior número de pessoas. Podemos dizer:

 

“Os problemas financeiros só correm na direção das pessoas que não gostam de dinheiro!!!”


Elas tratam mal o dinheiro porque foram habituadas a dizer que “o dinheiro só traz problemas”, que o “dinheiro é uma coisa ruim”; ou então “o dinheiro foi feito pra gastar ou ainda “não existe nada mais sujo que o dinheiro”; ou mesmo que “o dinheiro traz desgraças: é uma coisa amaldiçoada”


Desse modo, na hora em que pretendemos gastá-lo, vai ficar subentendido uma feição de desprezo! Passa a não existir felicidade no seu manuseio. Gastar, assume uma expressão de frustração; ou mesmo de vingança. Ou seja, passa por dentro de nós um feeling de energia-ruim. Essa situação acaba não sendo boa para nós nem para aqueles que o recebem, em troca de trabalho, ou lá o que seja.

 

Desse modo, “quanto mais rápido nos livrarmos” dele, um tanto melhor!..., Por vezes, o nosso subconsciente nos divide: É o “pobre” sentimento da dúvida com que nos formaram na idade da fragilidade. Nós somos o que nos ensinaram que fossemos. Nós somos muito mais um produto do meio. Então, quanto mais rápido nos livrarmos de “algo ruim”, mais rápido cessa o nosso “pecado”! É por isso que ter dinheiro (ou muito dinheiro), tem uma certa ligação com a amoralidade.


E se diz: -“Quem tem muito dinheiro, não foi trabalhando que o ganhou!!! É por isso que no subconsciente social, o muito dinheiro, sempre está ligado a imagem de práticas ilícitas e imorais!!!


Desse jeito, através da nossa própria formação, nós vamos adquirindo o sentimento de que o dinheiro é algo ruim, ou resultou de uma moralidade questionável.
O que temos que fazer(?), antes de qualquer outra coisa, é ligar a conquista do dinheiro, riqueza ou lá o que seja de materialidade, a algo saudável, agradável, bom. Tem que ser um processo que nos traga bem estar. Até porque sempre usamos o nosso esforço, e o melhor da nossa inteligência, para conseguir conquistá-lo. Temos que começar a vê-lo evoluindo como uma energia-boa. O dinheiro é uma energia que interliga pessoas. Você não pode jogar pensamentos ruins sobre um liame que pretende ligar pessoas.

 

Como é possível isso?!


Como é possível pensarmos mal de algo que nos une; algo com que nos envolvemos diariamente? Seria o mesmo que falar mal de uma bandeira. Denegrir a nossa bandeira é o mesmo que contradizer o espírito coletivo que ela representa. O dinheiro também é uma bandeira significativa de um país. O dinheiro americano e europeu têm sido até aqui exemplos de bandeiras internacionais de confiança. Esse é um fenômeno interessante da ligação-de-qualidade entre pessoas.


Entretanto, quem parte para ganhar dinheiro, tem que ter em mente que essa atitude está construindo relações boas com pessoas que muitas vezes não chega a conhecer. Você não pode amaldiçoar essa energia boa.

 

Pois bem, essa postura tanto é válida para ganhá-lo como para gastá-lo. A boa relação original não pode resultar de métodos perversos na sua obtenção . A filosofia tem que se afirmar por posições GANHA-GANHA e nunca fundamentada em espertezas do tipo PERDE-GANHA.


As pessoas têm que se sentir felizes conquistando-o sem o sentimento do “pecado”. Os métodos têm que pressupor trânsito de energias boas e a permuta de uma certa felicidade humana nos seus resultados. Os outros não podem ficar pobres ou doentes pela razão de perderem tudo para nós: quem ganha tem que estar ganhando junto com os outros. Os negócios bons são exatamente aqueles que deixam ambos os lados felizes.

 

É daí que nasce uma excelente qualidade de energia: é o dinheiro bom!


Existem claramente dois extremos nas nossas ligações com essa energia.


Ou você o despreza totalmente e, então, tende a soltá-lo (liberá-lo), acabando por se tornar um mão-aberta, talvez até um descontrolado; por que o dinheiro vai “queimar as suas mãos”. Você não tem uma boa relação com ele ou com as pessoas. É como se você desejasse “comprar com ele” tudo aquilo que muitas vezes não consegue espontaneamente adquirir nas suas relações normais.


Você acaba sendo induzido a comprar tudo: amor, amizade, pessoas. Um “mão-aberta” não é uma pessoa segura. Tem necessidade de comprar relações através do dinheiro que transita fácil pelas suas mãos. O valor e a auto-estima que tem de si mesmo estão altamente distorcidos.


Numa boa posição em relação ao dinheiro nós precisamos nos equilibrar. Temos que nos valorizar e valorizar os outros. Precisamos viver com menos aparências. Temos que buscar direções mais sustentadas, mesmo que seja de pouco em pouco.

 

É de pouco em pouco que se vai mais longe. É de grão em grão que a galinha enche o papo; pois também é com zilhões de gotas que se formam os oceanos.
Esta é uma posição possível, ou então...


Você o adora demais, o aprisiona, o idolatra e tem um grande medo de gastá-lo. Você acaba dando-lhe mais valor do que às pessoas. Desse modo, ele vai ficar engavetado, parado na sua mão, ou no seu bolso. Ele vai ficar “mofado”, trancado no cofre, ou no seu investimento, sem qualquer reciclagem útil. Vai ter que render cada vez mais para atingir aquele montante-imaginário que sempre está mudando a meta em sua mente.

 

Normalmente esse montante-imaginário é do exato tamanho da nossa infelicidade ou, então, do tamanho do grande-mêdo-mórbido de perdê-lo. Ou, mesmo, o medo que ele se acabe. É por isso que, neste caso, ele sempre adquire uma importância maior do que nós mesmos. Sempre temos muito medo de usá-lo para multiplicarmos as chances do trânsito de uma boa-energia. Nós devemos isso às outras pessoas, mas não temos coragem suficiente para arriscá-lo, em projetos humanos de multiplicação.


O nosso mêdo-mórbido paralisa-o; não permite que ele saia da toca...


Você já se apercebeu, inclusive pelas suas próprias experiências pessoais, que essa energia-boa nunca vai se situar nesses dois extremos: Os mãos-abertas e os adoradores. Os primeiros queimam energia e os segundos a esterilizam. Em nenhum desses dois casos extremos o dinheiro serve para ajudar a construir alguém. Antes pelo contrário, ele já ajudou a destruir alguém pelo caminho.


Nós sabemos que pessoas mais felizes (não importando tanto a sua classe social) são aquelas que mantêm uma relação saudável com o dinheiro. A grande diferença depende muito da maneira harmônica com que ele foi ganho e principalmente do enredo como ele foi gasto. Algures existiu um gago ( O alegria) que dizia assim: -Que, que... ga...ganhar di... dinheiro todo bu...burro ganha; mas gas...gastar ne...nenhum bu...burro gas...gasta!

 

Nós, na verdade, dependemos intimamente de criar uma plataforma de equilíbrio entre ganhar e gastar. A quantidade de dinheiro ganho não é suficiente para nos trazer uma base estável de felicidade; uma vez que o estado de felicidade é dinâmico.


Essa situação tem muito a ver com o “status” de energia-saudável que acompanha transações entre pessoas e empresas. Elas têm que estar o mais possível emocionalmente referenciadas. As pessoas ou empresas adquirem a capacidade de construir sentimentos felizes onde todos têm que estar ganhando: eles admitem, naturalmente, a condição de vida boa, a filosofia do GANHA-GANHA.

 

Entretanto, a formação dialética para descobrir o caminho das riquezas  não existe nos programas escolares. Até na escola o dinheiro é tabu! Nada se ensina na escola sobre a relação emocional com o dinheiro. Não existe didática. Existem muito mais as emoções desgovernadas acerca dele.


No seio da família também existem lacunas, pois normalmente as observações estão ligadas ao medo de gastar ou à sua permissividade. Então, as pessoas passam a ter a esse respeito uma visão desequilibrada ou uma grande confusão de informações conturbadas.


É exatamente por isso que, mais adiante, cultural e psicologicamente, nós desejamos nos liberar dessa energia que não nos faz tão bem assim. Ou vamos usá-la como arma de controle, persuasão e vindita. Nós podemos ter aprendido por conta própria (mais na idade da fragilidade) que tudo aquilo que envolve o dinheiro é ruim, oportunista ou perverso. Subconscientemente vamos querer gastá-lo (livrarmo-nos dele) até mesmo antes de o possuir.


É como aqueles pais que sempre dizem que às crianças que estão indo trabalhar, fazer sacrifícios, e outros trecos, para ganhar dinheiro para pagar as despesas com elas. Elas, desse modo, ficam obrigadas a amar pelo dinheiro e não pelos valores.

 

Daí em diante, ou se farão filhos doentiamente dependentes, ou pais desocupados abusivamente dependentes.


Esses males, que passaram pela energia-dinheiro, acabam estrangulando as relações saudáveis.


Com esses históricos familiares( já que a escola ficou ausente) vamos criando um comportamento através de uma perspectiva de endividamento doentio, por meio de cartões, carnets, cheques-pré, etc. Nesse contexto psicológico, nós nos propomos gastar antes de ganhar. Então, em círculo vicioso, vamos nos sentir, mais adiante, reféns dessas situações que não devíamos ter precipitado!

É interessante como nós vamos acabar sendo escravos dessa energia que aprendemos a repugnar: -“Eu quero ter muito dinheiro, mas psicologicamente eu quero destruí-lo”.


A situação mais saudável para eu trabalhar pelo meu dinheiro; primeiro seria ganhá-lo. Logo em seguida, estruturar uma poupança-investimento (por menor que seja) para que me ajude a enfrentar o trabalho direto de maneira mais tranqüila e não depender somente dele. Então, esse caminho já tem que ser associado à realização de sonhos-bons. O trabalho só por si tem que me fazer bem. Eu nunca poderei ser um escravo para depois ser senhor.


Uma grande maioria tem vindo a acabar com a sua capacidade de sonhar sonhos reais e os sonhos a futuro. As pequenas utopias, sempre projetadas adiante, fazem bem ao ser humano. Ele necessita de tecer “o algo quase impossível” para depois chegar até lá... Entretanto, em todos os caminhos sempre terá o dinheiro “nos atrapalhando”. Ou se tem dinheiro, ou se faz escambo. Mas o escambo não permite tanto realizar os nossos projetos. Não podemos viver a vida sem “o metal” (“não é o vil metal”!!!). O dinheiro tem que estar junto de nós o tempo todo. Mas essa situação não é um castigo, é ao contrário uma energia bonita. Com essa bandeira de relacionamentos nós temos a obrigação de ligar mais pessoas a objetivos comuns.


Só uma energia de excelente qualidade consegue ser permutada entre pessoas felizes e seguras. O caminho inverso também é verdadeiro. Mas as pessoas mentalmente doentes não permutam energia!

 

O mundo de interesses à nossa volta descobriu que um montão de pessoas sofre dessa patologia. O mundo descobriu que nos pode oferecer crédito antes mesmo de podermos sonhar as nossas pequenas utopias. Então, com uma grande oferta de empréstimos de dinheiro e com o “marketing da necessidade” em cada esquina me chamando para o “ sonho antes de estar sonhando”. Com essa oferta acabamos aceitando uma posição aparentemente confortável, desconhecendo,  sob o ponto de vista psicológico, que estamos entrando “numa prisão” com os nossos próprios pés, comprando o que ainda não seria o tempo de comprar.

 

Daí em diante passamos a não lutar tanto por sonhos (a sonhar) e sim a realizá-los mal eles começam a despontar. Eles se satisfazem antes do tempo do amadurecimento ou de uma certa avaliação de espera.


É exatamente daí que resulta uma grande parte das nossas frustrações, dos desperdícios, dos desequilíbrios. Os negócios comercial-imaturos saem daí. Então, qual nosso espanto (!), quando uma grande quantidade de coisas surgem para nos afligir. Elas são provenientes de um montão de dinheiro-stressado que colocaram nas nossas mãos e nas nossas mentes. Esse dinheiro vai nos envolver como numa teia de subjugação, exatamente porque nunca mantivemos com ele uma relação boa.


É por isso que nossas crises financeiras sempre estão centradas sobre conceitos contraditórios e dispersivos. Eles nos foram passados pela cultura que acabou subjugando a energia que nós nunca aprendemos a amar!

 

Então aí vai: -“quem ama dinheiro é materialista”! Entretanto não consta que nenhuma igreja sobreviva sem ele! Por um lado apelidamos de “vil metal”  e pelo outro o contabilizamos com muito carinho para  realização dos nossos projetos pessoais ou empresariais. E todas as igrejas o abençoam quando dele sai o dízimo. O dízimo era o imposto antes de ter surgido o Estado. Era o imposto para poder crer; para poder ter fé.

 

Fica muito claro que os desequilíbrios nos conduzem às falcatruas, aos desvios, à traição, ao envenenamento das relações, etc. Os desequilíbrios sobre o dinheiro sempre conduzem às coisas mais ruins que podemos imaginar. Mas não é tanto o dinheiro!!!... e sim a relação errada que mantemos com ele. Esses desvios de balizamento humano estão aí nos jornais e nas televisões, todos os dias, o tempo todo.


Desses desequilíbrios nascem as quadrilhas, os “especialistas” em comprar consciências, as estruturas que justificam a falta de ética e a desestruturação moral que ocorre muito mais dentro do Estado. Mas isso não ocorre nas empresas eficientes. Se o dinheiro é do Estado é de todos; Se é de todos é meu. Então eu já vou levá-lo para mim. Já estou com a minha parte.

 

Dentro dos governos, que deveriam administrar as coisas do Estado existem muito mais tecidos podres do que fora deles. Os apodrecimentos são muito mais provocados “pelos eleitos” ou pelos “abençoados” e ungidos pelo poder, do que pelas pessoas que “à priori” imaginaríamos mais pobres e necessitados. Vai aparecendo assim uma nova consciência sobre o roubo grande: ele é tão mais limpo e justificável quanto maior for.

 

Os necessitados ou os mais pobres se roubarem vão imediatamente para a cadeia para dar um bom exemplo à sociedade. As polícias do governos que administram o Estado são implacáveis! É exatamente por essa razão que as cadeias estão cheias de ladrões pobres. A maioria dos ladrões de somas mais significativas estão quase todos na "micronésia" passando férias. A estrutura jurídica do Estado lhes concede esses "benefícios indiretos". Então, das ações dessas quadrilhas, que quase nunca estão na cadeia e sempre se apresentam como "do bem", vão nascer montanhas de dinheiro-mau. Ele é todo amontoado em cofres de bancos nacionais e transnacionais se transformando em Energias apodrecidas. Elas não trazem o bem pra ninguém, saem de circulação, não entram em projetos de vitalização que promoveriam pessoas.


Essa Energia-paralítica, retida, faz parte, isso sim, de projetos aprisionados. Não é uma energia-de-boa-qualidade. Ela não constitui um represamento do bem, como uma poupança estrutural, semelhante ao potencial da energia hidroelétrica de uma barragem; que está ali para servir as pessoas e as empresas. Esse tipo de dinheiro-escondido e medroso, que fica sob as vistas externas do "carcereiro" (ou melhor dizendo do tesoureiro), acaba se convertendo em uma super energia-do-mal.

 

Eu e você já sabemos que o início desse algo errado com o dinheiro vem de uma sobreposição de culturas. Muitas pessoas pobres ou ricas não conseguem se livrar desses aprisionamentos. É uma luta de vida ou morte para obter esses dinheiros de má qualidade, não estando em causa tanto a quantidade. As pessoas já muito envolvidas não se atentam para a chance do quanto poderia ser feito de satisfatório no percurso para ganhar dinheiro-bom. Elas não se atentam para o quanto pode fazer bem o fato de saber gastá-lo com equilíbrio, para irrigar projetos dinâmicos que, ao mesmo tempo acabam "dando mais dinheiro ainda".Podemos relembrar a filosofia do gago ("alegria").

 

Então, poderemos começar a dizer por ai que o dinheiro que estrutura o poder doentio pode até vir da mesma fonte daquele que produz dinâmica de projetos bons.

 

Esse é igual aquele que antecipa os sonhos imaturos ou aquele que se estrutura para realizar sonhos mais coesos.


Normalmente as pessoas acabam se expondo a ser vítimas nos dois extremos da escala. Então, ou gastam desiquilibradamente ou amontoam sem um mínimo de estabilidade emocional.


Esse processamento cultural se repete, de situação em situação, como uma herança maldita das pessoas. A escola ou a família não buscam a informação em equilíbrio. Então os problemas se expandem proliferam num grande percentual das sociedades. As frustrações institucionalizadas vêm na mesma proporção; operam tentações novas. É muito desmedida a velocidade desse desequilíbrio. Os produtos bancários oferecidos "on-line", à velocidade da luz, formulam novas necessidades."Não há como resistir"!


E sempre ficará assim se cada um de nós não tiver a coragem de mudar essa negatividade. Depois da percepção vem as mudanças comportamentais possíveis. De contrário essa herança "cancerígena"vai corroendo os tecidos da emocionalidade. A uma longa distância fica bem difícil perceber onde se situam as diferenças que deram origem a esse "status-quo".

 

Pois bem, depois desse feeling, a você deve caber não só emitir a sua própria opinião, como estimular muito mais para que as pessoas amigas ou conhecidas mudem conceitos. Com isso, ao nosso site sempre será permitido projetar um caminho mais dinâmico para essa macro-filosofia. Nós todos precisamos sair de enredos psico-emocionais restritivos e alcançar visões de comportamento mais saudáveis. O reaprendizado de todos vem pelo universo da sabedoria de todos. Devemos estar muito atentos para podermos estar renovando tudo.


Então eu vou precisar de novos enredos cotidianos. Eu preciso oferecer uma nova chance aos meus sonhos. Além disso, eu só posso ter visões nítidas de longa distância se aprender a lidar com as diferenças que me envolvem.

 

Ganhar dinheiro tem que me fazer bem. Eu sempre haverei de precisar das outras habilidades que estão perto de mim. Eu preciso conquistar e gastar as riquezas sem culpa. Eu preciso de uma nova estrada que tenha mão-dupla. Se eu conheço só um sentido, as pessoas terão que me oferecer a segurança no outro sentido. Além disso, não existe nenhuma razão para que eu me mova por entre verdades absolutas.

 

Eu preciso criar novos hábitos de olhar um novo planejamento financeiro a uma distância mais longa para poder melhorar a qualidade dos meus sonhos e das minhas pequenas "utopias". Eu já sei que se olhar muito de perto para os meus sonhos, não vou conseguir enxergar nada:é exatamente como se eu desejasse ver os sulcos da minhas mãos com elas bem perto do meu nariz.


Então, quanto mais límpido eu conseguir ver a energia-dinheiro, mais equilibradamente eu chegarei à minha felicidade. É por isso que as pessoas costumam dizer que a felicidade sem um pouco de dinheiro não se mantém ou então que o amor é lindo mas acaba quando acabar todo o dinheiro.

 

Fica ai o desafio do equilíbrio que formos capazes de construir. Os bens materiais ajudarão a edificar a felicidade, mas eles, se não forem emocionalmente equacionados, também poderão ajudar a destruí-la.


O dinheiro é bom. Nós é que podemos fazer dele uma energia-boa ou ruim!


Vamos aprender a conquistá-lo.


Vamos aprender a guiá-lo em nossas vidas.

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