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ESTADO

 

 

O marginalizador dos necessitados

            Organização Política do Estado:

     

 

INDAGAÇÕES

Carta

a

Portugal

 

As Nações compostas por indivíduos fragilizados e medrosos, frente aos incrementos do progresso, decidiram quase por unanimidade formar e organizar um Estado para os proteger coletivamente. Muitos cidadãos, à época, decidiram ficar de fora desse garroteamento estrutural que estaria por vir e se mantiveram como simples Nações Nômades: é o caso dos ciganos, entre outros, que só vêem empecilhos nos Estados por onde passam.

 

O Estado tem que ser visto, simplesmente, como cria recente do homem. Ele não está acima do cidadão: se ele é bom ou mau nunca vai deixar de ser um produto do homem fragilizado, resultante das Nações (conjuntos de homens) que se expandiam. Na Amazônia e nos desertos, ainda hoje existem muitas Nações de homens que não precisam e não querem construir um Estado protetor. Essas Nações vivem muito melhor sem ele. Entretanto, também existem várias Nações como a dos Fulas, dos Papeis, dos Mandingas, etc, na costa meridional da África, que se espalham pelo território de falsos países, todos vizinhos, tendo em vista que esses Estados regionais foram organizados totalmente a revelia das sociedades.

 

Então, essas Nações, têm um problema a mais; nem o Estado é um produto delas! Elas são vítimas inequívocas dos Estados mais estranhos que lhes foram impostos pelos interesses coloniais partilhadores.

À medida que as Nações foram organizando as estruturas dos seus Estados, elas logo em seguida tiveram que eleger agrupamentos dos seus indivíduos (os seus caciques), para bem administrarem, temporariamente, as coisas públicas (de todos). Para tanto, não tiveram outra saída: começaram a pagar as contrapartidas (impostos).

 

Então, com as estruturas do Estado cada vez mais complicadas (e ele cada vez maior, poderoso e inchado) com seus governos provisórios, idem; os homens simples que compunham as Nações e criaram inocentemente essa parafernália toda para se proteger, acabaram dando à luz um monstro que lhes trouxe milhares de vezes mais problemas, conflitos, despesas de condomínio, distorções, roubos, insegurança, do que soluções... Era muito melhor serem uma Nação sem ESTADO.

 

É bem claro que as atuais sociedades já têm pouca noção da sua identidade como Nação de indivíduos. Não lembram mais se foram elas que criaram o Estado militarista, diabólico e usurpador da liberdade dos cidadãos. Esquecem completamente os emaranhados que estão espalhados nos deveres nacionais, se foram eles mesmos que elegeram os seus governos provisórios. E não têm mais força para quebrar paradigmas e reconhecer que esse status provisório para bem ou mal administrar os interesses coletivos se transformou numa massa informe de obrigações de caráter definitivo, de casta do tipo praga.

 

O Estado, através desses outros indivíduos eleitos provisórios (com pouca ou zero de identificação filosófica em causas nacionais) se transformou num Ente-coletivo que concorre DESLEALMENTE com os próprios indivíduos da Nação. É um Ente-coletivo-cancerígeno que se expande no lugar das oportunidades dos cidadãos.

Os cidadãos não entendem muito bem que, além de concorrerem com os seus semelhantes, ainda enfrentam um agente filosoficamente conflituoso que lhe limita as ações de sobrevivência. É um tumor, destruidor de chances, que eles construíram contra si mesmos.

Aí, esses cidadãos, sofridos, também não entendem muito bem como é que esse Ente-coletivo, de poder desproporcional, ainda organiza as Empresas Estatais para as atividades da Nação que mais lhe convêm.

 

Desse modo, um Ente-coletivo, de filosofia contraditória, ainda vai parir outros Entes-coletivos, não menos monstruosos, que cerceiam o Direito Universal do Homem ao acesso às mesmas chances!...

Sob o ponto de vista desse Direito Universal dos Homens, esses Entes se transformam nas sombras negras dos cidadãos (ou simplesmente assombrações reais). São erros estratégicos de muito difícil avaliação pelos seres humanos acuados por leis, deveres e obrigações intermináveis.

Entretanto, retomada primeiramente a nossa consciência de indivíduos, esses erros serão melhor pensados e se tornarão mais fáceis de reavaliar e resolver. Nós saberemos mais facilmente enxergar que toda essa parafernália de instrumentos imobilizados são os resultados das verborréias políticas desses espertalhões que as sociedades produziram.

 

Sob o ponto de vista da filosofia jurídica, os novos Entes-Estatais são criados por agrupamentos de indivíduos malandros (quando se elegem) para continuarem indefinidamente bem perto do Estado, nos períodos em que não se elegerem!

São essas aberrações do Direito dos Homens das Nações que produzem os ditadores. Eles são os bondosos populistas (aqueles que oferecem dinheiro do Estado de graça) sem contrapartidas! São aqueles que preservam o Estado, dono e senhor paternalista, que subsidia os incompetentes. Que concede aposentadorias descripantemente injustas e leva os cidadãos a serem corruptos.

O raciocínio é mais ou menos assim: “Se o dinheiro é do Estado é nosso. Então se é nosso também pode ser meu! Logo, se é meu, eu já posso ir ficando adiantadamente com a minha parte”. É essa a consciência dos corruptos. Ela fica tranqüila, pois eles apenas estão tirando a parte do dinheiro do Estado que lhes cabe!

 

Em função de uma linha filosófica, de valores distorcidos, pressupõe-se que cada qual se safe! Aí, o Estado vai tomando para si (em ciclos viciosos) o espaço de afirmação dos indivíduos e se transforma num câncer social destruidor das oportunidades dos homens-vítimas.

O Estado cerceia os direitos individuais e passa a se constituir numa Super-Estrutura-Poderosamente-Desleal dificultando o acesso aos cidadãos. Além disso, não paga impostos! É como Igreja. Alimenta castas de empregados e nunca vai à falência!... Se perder dinheiro, não tem problema! ele mete a mão grande no Caixa do Tesouro Nacional!

A esta altura, cada um de nós se pergunta até onde deve permitir-se a liberdade do Estado para formar Empresas. Se a sociedade precisa agilidade em setores essenciais, essa agilidade tem que pertencer aos indivíduos.

Carta

a

Portugal

Em qualquer posição dita estratégica o Estado poderá defendê-la através de instrumentos de sua própria estrutura jurídica: não há necessidade de plantar cancerzinhos, para comerem os direitos individuais.

Em qualquer outra postura essencial, o Estado poderá ter o Poder Regulador, nada mais! Mesmo assim, os Reguladores têm que ter uma independência parecida com pequenos Bancos Centrais. Não podem estar sujeitos às vontades provisórias dos governos provisórios eleitos. Eles aproveitam para comer tudo junto com os amigos adjacentes ao Estado

Cabe a cada um dos indivíduos com seus direitos confinados decidir se as atividades da Nação devem ser Estatizadas ou Privatizadas. Há aproximadamente duas décadas os sucessivos governos da China vêm tentando privatizar a grande Estatal-País-China que era até a bem pouco tempo uma Empresa única administrada pela vontade de um partido único.

 

Ela tinha a seu serviço 1bilhão e 300milhões de empregados escravizados, totalmente ineficientes, que só sabiam plantar arroz e comer arroz.

A nossa juventude e muitos dos nossos idosos saudosistas (daquele Estado que personificava a riqueza do povo), têm que começar a discutir as filosofias que embasam essa questão. Na verdade, os novos quadros humanos das Nações, principalmente aqueles oriundos da sociedade civil, têm que tornar essa consciência uma armadura Apolítica.

 

Eles devem introduzir questionamentos duros, de modo a repor o direito dos indivíduos no seu devido lugar. Eles terão que se tornar, de novo, donos da máxima capacidade de empreender. Têm que forçar a abertura de todos potenciais à iniciativa própria e sem os obstáculos desses Entes-coletivos autistas. A Sociedade Civil tem que retornar às suas origens e ir destruindo célula por célula esse Estado-Câncer.

Todas as eventuais Filosofias, que questionam o homem-potencialmente-livre, deverão ser repostas em qualquer lugar. Nos Institutos de Sabedoria Crítica, ou mesmo nas esquinas das ruas, onde os homens estão sendo constantemente agredidos pelo Estado inchado, militarista e destruidor das oportunidades dos cidadãos.

Esse Estado agressor, já institucionalizado, é dono dos palácios, é excessivamente gordo, preguiçoso, incompetente e ineficiente: é um Estado apodrecido, malfeitor e cerceador da liberdade de realização dos indivíduos.

 

Se por hipótese, todos os cidadãos livres de uma Nação se rebelassem, ao mesmo tempo, contra o Estado (menos os seus funcionário, os seus militares e as suas polícias), o governo desses Estado (cercado e indefeso) teria que soltar essa mesma Polícia contra os indivíduos desobedientes.

Nos jornais e na TV iriam sair notícias de que o governo não teria outra saída para garantir a paz e a ordem.

Lição: os cidadãos de uma Nação pagam os impostos, e à Polícia, para que o Estado (esse mesmo!) jogue essa mesma Polícia contra eles.

 

Então, os cidadãos, acuados e indefesos, teriam que fugir para se esconder daqueles a quem eles mesmo estariam pagando, já que essas estruturas não geram nenhuma riqueza para os homens de uma sociedade. Eles são parasitas.

Se uma contra-filosofia-louca for passada a um índio de uma Nação-Amazônica (que não tem Estado para lhe encher o saco) ele não vai entender absolutamente nada do que acontece no mundo dos brancos. Esse índio deve pensar que esse mundo branco está realmente com os seus valores pervertidos e absolutamente enlouquecidos!

Depois de colocarmos esse questionamento, só fica às pessoas o desafio de pensar. E, depois de pensar, elas terão que agir. E não é nas grandes coisas que se age. É nas pequenas coisas do dia a dia. É na capacidade de transmitir conceitos boca a boca. É criando ou acelerando movimentos sem fim. Fazer essa sintonia fina em vários idiomas, em várias Nações, em vários territórios do Mundo. Veja-se como exemplo raro a rebeldia civil na cidade do Rio de Janeiro - Brasil: os cidadãos deixam de pagar os Impostos, depois de avaliarem a incompetência dos seus gestores

Essa unificação de feeling para a desobediência civil é muito mais significativa do que a revolta dos monges do Miramar ou dos rebeldes das periferias de Paris... , cujos atos de força nunca dão em nada. Eles sempre são derrotados pela Polícia.

 

Fica claro que as castas empregadas no Estado ou nas Empresas- “Clandestinas”-Estatais devem tender a defender a tese de que toda a riqueza pertence ao povo. E, sendo do povo, nada precisa dar lucro. Então, o castigo dos impostos tem que continuar nas costas dos cidadãos comuns. Eles além de carregarem a si, na adversidade, ainda têm que carregar o Estado-Obeso, com o seu próprio sangue, suor e lágrimas. E, depois de tudo, porque não as Estatais ineficientes? Mas elas existem para salvar a Pátria! E, nós, simples mortais não sabemos que os empregados do Estado serão talvez apenas 0,5% de todos os empregados de todas as Empresas de um país ou 0,02% de todas as pessoas de uma Nação! Por quê, então, aparelhar uma estrutura INJUSTA, PARCIAL e MALDOSA somente para socorrer a preguiça ou a segurança de 0,5% das forças de trabalho de uma sociedade Inteira? Naturalmente nãos fazemos menção às exceções que serão absolutamente insignificantes, bem próxima de zero.

 

Sabe-se, que a riqueza de uma sociedade, inclusive cultural, é gerada somente pelas Empresas, pelo 3º setor e pelos indivíduos empreendedores (de risco) que essa sociedade for capaz de deixar formar, deixar crescer. Tudo resto são flores estéreis. E com flores estéreis não se produzem frutos saudáveis.

Essa fauna burocrática, que dificulta tudo, sabe intimamente que só sobrevive às custas das dificuldades que ela mesmo cria aos cidadãos empreendedores da Nação.

 

A Sociedade Civil precisa começar a praticar essas minúsculas ações persistentes, continuadas, em cadeia, para se livrar do Monstro que ela mesmo criou. Os oceanos são feitos de pequenas gotas de água... juntas! Do contrário, nós todos vamos continuar mistificando o Estado: quanto mais forte for, mais o povo estará rico. Essa mistificação é um absurdo: um Estado Rico é igual a um Povo Pobre. Ficam, então, em aberto esses princípios. Teremos que ir buscar, nas gotas de cada um as vertentes filosóficas que complementem as alternativas. O que não podemos é ficar acuados pelas falsas verdades dos espertalhões eleitos. A consciência cívica terá que aflorar. É a Sociedade Civil que deve manifestar-se sobre o encontro das saídas; sobre os questionamentos. Pouco ou nada devemos esperar desses nossos representantes eleitos pela ignorância e inocência das Nações perdidas sem saber o que fazer...

 

Este site poderá viabilizar o canal direto de conteúdo filosófico e psíquico para converter potenciais em salvaguardas.

O universo de milhões de pessoas, com vontade de quebrar paradigmas, em várias línguas, em vários países, deverão se manifestar e produzir coletivamente os melhores bens-da-inteligência.

O easymundi nada mais é do que um simples instrumento que investirá até ao limite das suas forças humanistas (mesmo até nos idiomas das minorias).

As minorias precisam muito mais de expressão, em virtude do seu encurralamento pela discriminação financeira. Ou é esmola ou não tem oportunidade.

As maiorias absolutas nem sempre podem ser consideradas as vencedoras. Tantas vezes as suas filosofias demagógicas mascaram sabedorias derrotadas ou são usadas como instrumentos ou massa de manobra política.

Estado? Até pode ser!, mas devemos olhá-lo e dissecá-lo bem por dentro.

 
INDAGAÇÕES

 

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