EASY MUNDI - Atitudes Humanistas

 

E-MAIL

A sua Empresa
               (... e o meu estágio)
            
 
               Introdução (Ludwig Erhard, do milagre alemão 1958):
 
“O que aconteceu na Alemanha é tudo, menos um milagre! É o resultado honesto do esforço de um povo ao qual foi dada a oportunidade de usar a sua iniciativa e sua energia. Se o exemplo alemão tem algum valor é o de apenas provar ao mundo os benefícios do uso da liberdade pessoal e econômica”.
           
Então, para que a minha empresa micro, pequena ou grande, se converta numa referência moral saudável, é absolutamente impossível que eu não me atenha a construir uma espiral de bons valores. Se eu não agregar matrizes de qualidade não chegarei a lugar algum. Ou, então, eu ficarei muito rico “roubando” a parte justa que pertence aos outros.
As empresas não podem ser apenas uma extensão das nossas ganâncias. Onde ficariam os sonhos dos estagiários?  Elas devem aglutinar um universo de pessoas que façam acontecer o seu próprio destino nelas. As empresas não podem oferecer apenas empregos. Têm que possibilitar o traçado do destino das pessoas. Elas não podem permanecer cegas ou indiferentes à sorte dos cidadãos. A minha sorte tem que ser construída na empresa que eu tive a sorte de achar.

Se a empresa onde eu trabalho tem graves problemas financeiros, que entravam a sua desenvoltura, fica claro que a energia-boa-dinheiro não foi bem resolvida pelas pessoas físicas que a compõem (Leia-se neste site sobre Visão Financeira). Se ela não paga corretamente aos seus credores (seus legítimos parceiros), ou às pessoas que se envolvem com ela, os princípios da sua filosofia humanista formam uma matriz de baixo valor.
E se o dinheiro foi visto apenas como uma quantidade material imediatista, fica nítido que sua saúde é precária: Tome cuidado!...

Pois bem; se a energia-financeira foi usada para construir uma pirâmide de poder, em relação ao meio onde ela se expressa, é fatal que a empresa vai adoecer e se corromper. Com ela se extinguirão as esperanças de muitos estagiários em suas carreiras.
Desse modo, se nós não formos capazes de alocar a energia-financeira em plataformas estáveis, respondendo a cronogramas mais ou menos expressivos, elas vão provocar “tsunamis” de descontrole e quebra de liames humanos.
E ainda: se nos apoiarmos em “esperteza institucionalizada”, acabamos nos transformando em escravos de posição, iguais aos administradores temerários das “Enrons” ou das “worldcons”. Foi uma mentira “oficial” de ponta a ponta! Levou a zero muito dos fundos compostos por pequenas poupanças de aposentados americanos honrados. Além disso, ali começou a se colocar em causa a saúde do Capitalismo Americano. Ali começou a cair o muro de Berlin do capitalismo selvagem e o dólar moeda-referência, como bandeira internacional, veio caindo junto.

Uma empresa também é uma pessoa: só que é uma pessoa jurídica! Ela tem que alinhar pouco a pouco os seus princípios e os seus capitais intangíveis. Eles sempre haverão de seguir um norteamento moral. As pessoas jurídicas têm no seu corpo as pessoas físicas. Elas precisam ganhar feeling humanista. Não importa tanto se têm um ou mil empregados. A direção em relação ao alinhamento de princípios tem que ser a mesma. Não é possível que uma pessoa física dê muita importância a uma coisa e a pessoa jurídica a outra. Os conflitos filosóficos conduzem a empresa à decadência. De nada importa a quantidade dos seus ativos. Veja-se o exemplo do conglomerado personalista dos Mattarazo do Brasil: 20 bilhões de dólares desapareceram em apenas duas gerações!!! Já não é o caso da aculturada e persistente Guerdau ou da gigante do ferro e do níquel: Vale do Rio Doce..

Então, falando filosoficamente claro, é impossível que uma empresa não provoque sérios problemas, se as suas pessoas físicas cultivarem princípios contraditórios aos das pessoas jurídicas. Em algum momento, a administração das políticas empresariais conflitantes vai provocar invisibilidades. Os resultados acabam se tornando despotencializadores. Vejam-se os exemplos de Pan Am, Varig e das suas administrações temerárias.
Hoje em dia é muito óbvio que a quase totalidade das riquezas do nosso planeta são geradas pelas empresas. Ou, então, pelas empresas e pelos indivíduos direta ou indiretamente ligados a elas.
Desse modo, as cadeias células, geradoras de valores, são os grupos empresariais, independentemente se atuam dentro das fronteiras dos países ou são transnacionais.
Quando se fala em empresas, nós podemos imaginar uma pequena livraria ou um restaurante familiar. Ambos são iguais a uma pequena construtora, uma montadora de automóveis ou uma companhia de aço. Nada mudam nos seus parâmetros humanistas. Ou nada pode mudar muito nos “fluídos” das pessoas jurídicas. Nós nunca podemos avaliá-las fora da sua contextualização social. Por isso, a nossa empresa tem que saber qual é o “jogo”. Quais são os fundamentos jurídicos e a durabilidade das leis. Teremos que saber em qual país nós estamos “jogando” o nosso investimento e a nossa inteligência para a produção de riquezas. Nós temos que saber se as regras não costumam ser trocadas no meio do caminho pelos governos dos Estados. Os governos indisciplinados subvertem a ordem jurídica adaptando-a aos interesses eleitoreiros imediatos.

Logo, nós precisamos saber aquilo que somos nos nossos países. Nós somos Capitalismo de Estado ou somos um socialismo mascarado de capitalismo? Somos ou não aquilo que a China gostaria de ser. Ou somos um capitalismo com excelentes agências reguladoras (como Bancos Centrais setoriais)? Será que é possível sermos “bons capitalistas” com agências reguladoras “de mentirinha??”
E mais ainda...

Para se ter visibilidade, de modo que a Empresa seja uma matriz de riquezas, o nosso país é demasiado burocrático e afeta a iniciativa dos cidadãos? Ou o governo do Estado é excessivamente corrupto, pesado e lento? Quais são as expectativas políticas da sociedade e o seu grau de adensamento cívico para o bom empreendedorismo? A sociedade acredita no governo do Estado que ela elegeu? Como são usados os recursos do Estado(?): fazem crescer a competição entre os cidadãos ou o próprio Estado se coloca como o principal competidor desleal? O Estado constrói pilares filosóficos que sirvam ao auto-aperfeiçoamento da sociedade? Ele é intervencionista-esmolar-populista? Como é que ele universaliza a formação? Qual o investimento na riqueza tecnológica?

Nós precisamos de uma radiografia clara para saber quanto o Estado debilita as células geradoras da riqueza. Para percebermos melhor aonde vamos com a nossa empresa, nós temos que saber qual a vida média das leis que regem o país com o qual vamos nos envolver. Uma empresa acaba sendo “um minúsculo país” que tem as suas normas e filosofias próprias. Mas ela tem que reconhecer o seu habitat e formar as condições mínimas de sobrevivência.
Figurativamente: A empresa precisa saber qual é a sua floresta.Tem que aprender a caçar lealmente sem extinguir as riquezas que crescem à sua volta. A nossa empresa precisa saber se vai caçar no deserto ou no rescaldo fumegante dos milhares de KM2 queimados na floresta Amazônica, no Brasil, Bolívia, Venezuela, etc..

A nossa empresa, figurativamente, é igual a um índio!!!, tem que se aperceber da sua envoltória. Ela precisa apreciar o longo prazo da sua biodiversidade. Ou investir sobre as cinzas (adubo pobre) para plantar soja e boi nesse deserto fumegante amazônico. Ela tem que perceber a paz dinâmica construída ou as guerras comerciais destrutivas. A nossa empresa observa décadas adiante, ou fica sempre olhando para o próprio pé.

Ela é uma semente. Depois de brotar não se pode privá-la de oxigênio, sol e água.
Nós todos já sabemos que quando uma empresa morre, com ela também morrem os sonhos de muitas pessoas. Então, seguem alguns modelos de países que tendem a se auto-imobilizar, por retrocederem para um tempo do tipo “Idade-Média”, que despotencializa a iniciativa dos cidadãos:

1- Aqueles com governança ditatorial - Ex-Alemanha de Hitler, Ex-Espanha de Franco, Ex-Portugal de Salazar, Ex-China de Mao, atual Coréia do Norte de King jong-il, Ex-Iraque de Sadam, e os atuais generais sanguinários do Miamar e os chineses usurpadores do Nepal.
2-Aqueles com governança-Estatal-Paternalista - França, Brasil, Portugal, Cuba, Venezuela ...
3-Aqueles de governança populista- Venezuela (Chaves), Bolívia (Morales), Brasil (Lula), Argentina ( dois Kircheners)...

Como, então se plantam as empresas em países cuja governança do Estado é dúbia, anacrônica e atrasada? Qual a legibilidade que se tem nesses horizontes?
Pois bem, as estruturas das inteligência das sociedades de alguns países se assentam em ciclos-passivos de preguiça institucional. Não alavancam grandes quantidades de sabedoria nova (A China ex-comunista e semi-ditatorial já produz mais empresas globais que o Brasil e a Índia, juntos!). É fatal que o crescimento qualitativo tende percentualmente a ser declinante. De qualquer modo trouxe para a sua primeira riqueza mais de 500 milhões de pessoas em apenas uma década!
Os países com leis sociais anacrônicas não permitem instalar expressivos institutos de sabedoria e questionamento: apodrecem antes de se questionar.

E, quando existem, são privados de “fabricar” inteligência estrutural. Além de tudo, produzem pouca ciência das relações. Muitos praticam valores emprestados, ou remendam muito mal. Com isso, as suas visões de dinâmica social ficam demasiado estreitas e de cunho assistencialista. O Estado fica inchado e podre. Leia-se sobre Estado neste site.
Ou então se passa para os países emotivos! Se deixam subjugar por greves constantes por melhores resultados sem que se elevem as taxas de produtividade no trabalho.

Ou seja, as pessoas almejam gastar a riqueza que ainda não foi construída. Com isso, as estruturas seguem a linha do empobrecimento na direção do Personalismo.
Se as únicas células geradoras de riquezas são as Empresas tem que existir ambiente favorável. De contrário a sociedade civil empobrece. É inexorável! As empresas se aniquilam. Perdem competência. Perdem produtividade. Perdem capacitação para gerar tecnologias novas. Pois, além de tudo, elas ainda têm que carregar o peso morto do Estado-Burocrático que só serve para atrapalhar.
Até aqui, nós temos vindo a explicitar conceitos que procuram definir o ambiente propício onde se desenvolvem as únicas células geradoras de riqueza. Elas se auto-projetam e têm o risco inerente de falir! Abençoadas sejam!
Numa grande parte dos países e explicitamente naqueles que citamos, o universo dos cidadãos não é estimulado a pensar o risco. Preferem encostar-se no Estado. As mentes coletivas subservientes criam uma endemia estrutural de auto-impedimento.

Pressupõe-se (como salvação!!!) um certo meio preguiçoso: O Estado “protetor” sempre supre, subsidia e dá... É do tipo “patrãozinho bom” que só deixa ir à falência os competentes! Entretanto, a empresa encostada só não vai à falência porque vai buscar os recursos para continuar “vivendo” no caixa do Tesouro Nacional. No coletivo. No caixa “sem dono”. O que é do tesouro é nosso! Viva a Democracia do almoço grátis. E o almoço grátis é exatamente o mais caro do Mundo para os pobres! Saiu do somatório das oportunidades que irão ser negadas.

O Estado que sempre não propicia o ambiente ao desenvolvimento das células boas. É o tipo da filosofia prussiana, atávico e oportunista. As suas escolas só “fabricam cabeças moles” para serem empregados, soldados ou eleitores. Eles sempre precisam de favores , esmolas ou subsídios para votar “em mim”... Votem em mim que eu vos oferecerei os recursos do Estado!
As escolas desses países, onde predomina o “tipus” de Estado perverso, abandonaram as filosofias do empreendedorismo. Levaram a sociedade a ter medo do risco. Perderam a capacidade de “caçar em florestas adversas”. Estão gordas, cheias de sebo, cada vez mais sedentárias e cultuando as incapacidades crônicas de “se safar” morrendo!
Você e eu sabemos que todos os bons empreendedores não precisam nada do Estado e muito menos dos seus “governos provisórios”. Eles, de tão sucessivamente provisórios, já se tornaram doentes, crônicos e amorfos. Se tentarem alavancar empresas sadias, eles as matam!, pela sua burocracia de impedimento. Empresas que pesquisam sabedoria para crescer só são dinâmicas se estiverem em ambiente de constante competição.
O comunismo chinês (igual ao capitalismo de Estado mais impetrável do mundo!) Eureka!, descobriu as empresas!!! vide também aquele arrasado e desfigurado Vietnã, onde se praticava um comunismo sanguinário... Ambos descobriram recentemente que um “bom comunismo”! só se faz com um bom capitalismo, disciplinado e regulado.
Descobriram, por erros próprios, que precisavam dar!!! (ou jogar fora) as empresas do Estado para não terem que carregar a sua ineficiência crônica ad eternun.
Dar, ou jogar fora as empresas estatais, era muito melhor negócio do que subsidiar a sua ineficiência.

E, por termos falado na China o núcleo de capitalismo que mais cresce no mundo (apesar de sujo) igual ao desmatamento da Amazônia (Brasil), se a doença das Estatais não tivesse sido estancada na sociedade, teria contaminado a inclusão desses 500 milhões de pessoas que saíram de um estágio bem perto da fome. Se essa doença pega de novo, todos vão querer voltar a ser funcionários (empregados do Estado, com direitos adquiridos). Essa coisa impossibilitaria definitivamente a inclusão dos 700 milhões que ainda restam. A China já sabe que não precisa de comunismo; o que ela precisa mesmo é de empreendedorismo para continuar com crescimento de 10% ao ano (apesar de sujo) e sanguinário vergonhoso no Tibete.

À medida que avançamos fica cada vez mais implícito que a via passa pelo empreendedorismo nas forças sociais. Os negócios na sociedade terão que ser deslocadas para posições dinâmicas de risco. A ajuda material do Estado ou as esmolas institucionais destroem os homens e as empresas.
O raro exemplo está muito mais para o banqueiro dos pobres de Bangladesh (Prêmio Nobel), do que para a discriminação em Nova Orleans, ou divisionismo populista do Brasil ou o raquitismo ex-colonial de alguns países africanos: vide Angola! São muitos bilhões de dólares em petróleo iguais a muita miséria.
Só no deslocamento para a vanguarda se situam os espaços potenciais. Eles nem estão na preguiça, nem na subserviência financeira. vide o exemplo saudável do capitalismo árabe de Dubai. É um caso muito parecido com a potencialização do mar pela Holanda. Fabriquem-se terras de qualidade e homens ... às favas com o petróleo!
As pessoas têm que se transformar em atores incisivos. Tem que influenciar e construir a sua própria sorte. A atuação mais saudável e competitiva nunca sai do conformismo dos abastados (ou da paralisia atendida pelo Estado). Sai, muito mais, das práticas empreendedoras. Mais dos créditos com pagamentos responsáveis.
O Estado “oligopólio da tomada de créditos e das ações paternalistas”tem que estancar as suas dívidas com os bancos e permitir lugar de competição às células geradoras de riquezas. O Estado tem que deixar de emitir títulos de crédito que geram uma corrupção estrutural endêmica. O Estado não precisa de crédito. Ele não realiza nada!

Na França (notícia de 24/10/2006) 60% da população ouvida acha que os políticos são corruptos. A população sente “no sangue” que o Estado, esteja ele onde estiver, está competindo deslealmente com os cidadãos e tomando todo o dinheiro disponível dos banqueiros. E estes só gostam de transacionar com o Estado. Eles nunca gostaram muito dos cidadãos.
O que falta para as empresas se expressarem na vanguarda da sociedade? O que é que a sociedade Civil pode fazer para livrar-se dos grilhões do Estado que acorrentam o seu futuro? Quais as lições que podemos tirar do banqueiro “Nobel”dos pobres de Bangladesh?

Você e eu sabemos que, na atualidade, as empresas não podem induzir os homens a ações multi-empreendedoras, em razão dos atravancamentos burocráticos Estatais. Mas algo, gota a gota, tem que ser iniciado por cada um de nós. Se as empresas forem assegurando vontades novas, naturalmente perderão as suas inibições e oferecerão novas direções aos seus próprios lucros para uma Economia de satisfação psíquica mais duradoura.
Os resíduos dos agentes avarentos e das políticas dos compadres sempre irão sustentar uma generosidade podre. O Estado apodrece o tecido social bom. As Empresas e os indivíduos produtivos são as grandes vítimas.
Para uma nova legitimidade só uma nova força das vontades vai possibilitar. O homem vai ser um elo muito mais forte dentro da sociedade civil. Esqueça-se esse Estado obeso. Esqueçam-se os seus “governos provisórios”. Vamos dar um jeito de deixá-los apodrecer sozinhos. O homem civil deve ser mais atuante e menos panfletário. Deve ter vontades mais assertivas.
Esse homem novo já anda se pronunciando! Não haverá mais tanta chance de mantê-lo escondido dos Institutos de Pesquisa e Estatística. Ele começa a conhecer melhor os cânceres da sua liberdade de agir.

Vai ficar cada vez mais nítido que o Estado anda roubando dos cidadãos as oportunidades de empreender. Ele é um gastador compulsivo e irresponsável. Se endivida pela incompetência. Brinca de ocupar os espaços das suas vítimas. E ou vai fazer uma guerra no Iraque ou vai fundar Estatais que nunca podem mandar embora os seus empregados viciados. E ninguém pode decretar a sua falência! Além disso, o Estado, primeiro gasta, e só depois emite os títulos de crédito. Ao “grand finale” tudo será pago pela bondade do Tesouro Nacional! Se não tiver capacidade gerencial, não tem problema!..., o seu conselho de administração não destitui a sua governança.

O Estado é um excelente lugar para os incompetentes. E, por enquanto, a sociedade civil ainda não tem instrumentos gerenciais para conter esses parasitas. Mas logo chegarão.
Nós já sabemos que as pessoas com falso poder sempre estão bem perto do Estado ou à volta dele. À menor oportunidade alguém abre a porta e eles sempre entram: são os vírus da incompetência cíclica.

Na Idade Média Ocidental, a passagem das cidades fortificadas para as liberdades se abriu independentemente dos movimentos que conservaram as muralhas de pé.
A altura das fortificações não reteve a sabedoria do mundo! E agora, na Era de Informação e da Inteligência, propagadas à escala da luz, nada vai impedir a força das sociedades civis. As nações enganadas demolirão o Estado e os seus governos provisórios.
Simbolicamente (para não dizer diabolicamente), de nada adiantará construir milhares de quilômetros de muros entre homens. Eles podem estar no México, em Israel ou nos Estados Unidos da América do Norte. As nações não voltarão mais a se fortificar. “Não dá”! Seria algo como bloquear totalmente a liberdade que a Internet (demolidora de fronteiras) nos trouxe.
Esses “chefes de governos provisórios” e ou os seus movimentos sociais armados ou as suas forçar militaristas, ainda estão se imaginando num mundo de “há 5 séculos passados”!!! 

...Deste momento histórico em diante, nada mais podará refazer as fronteiras físicas quebradas, tanto quanto seria impossível voltar às antigas cidades fortificadas. Os preços do isolamento, hoje, vão ser altos demais. É quase impossível controlar os seus efeitos em médio prazo.
Por isso, uma grande maioria dos Estados, na prática, já tem os seus argumentos falidos, que os colocou a margem da competição. Eles sequer têm capacidade de negociar o tempo médio de adaptação às novas leis do “laissez faire, laissez passer” regulado (Essa Economia mais psíquica). Breve eles não terão argumentos para continuar a enganar os cidadãos. O Estado até pode apodrecer, mas a Idade Média não voltará para socorrê-lo da sua inoperância e das suas maldades destruidores das oportunidades dos homens.
As empresas (únicas células da geração da riqueza e bem estar) precisam gerar o ambiente propício ao aperfeiçoamento das sociedades civis.
Hoje, existe uma necessidade clara de conceituar mais a organização política do Estado.
Depois, é só marginalizá-lo. O que não pode mais é permitir que ele continue concorrendo deslealmente com os cidadãos na sua sobrevivência diária.
A riqueza e as oportunidades de qualquer país não podem mais pertencer a um Estado canceroso e desleal. Essas riquezas terão que pertencer à Nação, às empresas e aos indivíduos produtivos. Ele, para sobreviver, terá que administrar bem as suas taxas de condomínio (impostos) cobrados dos cidadãos para pagar aos seus empregados.
Esse Estado também tem que correr o risco saudável de pedir falência. E, quando falir, a Nação deve juntar-se para formar outro condomínio e vender os bens da massa falida à sociedade civil.

 Copyright 2008 © Easy Mundi    ▪  All rights reserved  ▪

Website designed by Luuh Designer